Como prevenir o cyberbullying: 10 dicas eficazes para crianças e pais
Para prevenir o cyberbullying, comece antes que aconteça qualquer coisa: converse com seu filho, definam juntos a privacidade dos apps e as regras da família para o celular, e pratiquem bloquear, denunciar e contar a um adulto. Nenhuma dica impede todo agressor, então aprenda também os sinais de que uma criança está sendo alvo.
Se já está acontecendo, guarde as provas, denuncie ao app e à escola e fique ao lado do seu filho.
Como é o cyberbullying hoje: 5 tipos comuns
Cyberbullying é o bullying que acontece por celulares, computadores e jogos. Como o bullying presencial, é um comportamento agressivo que se repete ou pode se repetir.
Cinco tipos comuns de cyberbullying que as crianças enfrentam hoje:
Em uma pesquisa do Pew Research Center de 2022, 46% dos adolescentes dos EUA de 13 a 17 anos disseram já ter vivido pelo menos um dos seis comportamentos de cyberbullying sobre os quais foram perguntados.
Para os pais, o difícil é enxergar. O cyberbullying pode acontecer em mensagens de texto e diretas, além das redes sociais, pode continuar 24 horas por dia, e pais e professores podem não ouvir nem ver.
Pergunte ao seu filho quais apps, jogos e grupos de conversa os amigos dele usam e peça que mostre um a você. Você aprende onde olhar antes que algo dê errado, e seu filho vê interesse em vez de uma vistoria.
Persona editorial: Adeline Ritter é um perfil de especialista fictício aprovado pelo projeto, não uma pessoa real verificada de forma independente. Esta orientação foi escrita e checada pela equipe editorial; não é uma citação literal de entrevista.
Se já está acontecendo e seu filho pode se machucar, ligue ou envie uma mensagem de texto para o 988, a Suicide & Crisis Lifeline dos EUA, primeiro; as dicas podem esperar.
Um responsável pode não conseguir ver tudo, por isso a prevenção começa antes que aconteça qualquer coisa.
10 formas de prevenir o cyberbullying, para pais e filhos
Como prevenir o cyberbullying quando você não consegue ver as conversas? Comece cedo.
Cada dica diz para quem é (pais, filhos ou os dois juntos), o que faz e onde fica a desejar, e depois dá nosso veredito: até que ponto ela tende a reduzir a chance de o cyberbullying começar ou passar despercebido, não um resultado medido.
Não existe uma única resposta para como impedir o cyberbullying, por isso as dez dicas foram pensadas como um conjunto.
1. Converse sobre cyberbullying antes que aconteça qualquer coisa
Para: pais.
O que faz: seu filho aprende o que é cyberbullying, que ser alvo não é culpa dele e que contar para você não vai custar o celular. As crianças podem ter medo de perder o acesso aos dispositivos se contarem a um adulto, então diga essa promessa em voz alta. Faça conversas curtas e regulares em vez de uma grande palestra. Para começar, pergunte como estão neste ano os grupos de conversa da turma dele.
Na nossa opinião, a promessa de “você não vai perder o celular” é o núcleo desta dica.
Onde fica a desejar: algumas crianças continuam sem contar, mesmo depois dessas conversas. Uma conversa também não muda o comportamento das outras crianças.
Veredito: na nossa opinião, a base da maioria das outras dicas: uma criança que espera ajuda tem um motivo para contar a você.
2. Combinem regras da família para celulares e grupos de conversa
Para: juntos.
O que faz: você e seu filho escrevem um plano curto da família: onde os celulares ficam à noite, quais apps e conversas são aceitáveis e o que fazer quando uma conversa fica ruim, como sair dela, tirar um print e contar a você. A American Academy of Pediatrics oferece um Family Media Plan que você pode usar como modelo.
Onde fica a desejar: na nossa opinião, as regras tendem a se manter só quando os pais também as cumprem, e precisam ser revistas conforme seu filho cresce.
Veredito: vale o esforço quando seu filho ajudou a escrever o plano.
3. Definam juntos as configurações de privacidade, app por app
Para: juntos.
O que faz: juntos, vocês percorrem cada app que seu filho usa: uma conta privada, quem pode enviar mensagem, comentar ou marcar, e os filtros de comentários, onde o app os tem. Os principais apps, incluindo Instagram, TikTok e Snapchat, oferecem controles de privacidade desse tipo, e eles limitam quem pode chegar à conta do seu filho.
Onde fica a desejar: na nossa opinião, as configurações pouco ajudam contra colegas de classe que seu filho já aceitou como amigos ou seguidores. Os apps também adicionam e mudam configurações com o tempo, então confira-as de novo de vez em quando.
Veredito: na nossa opinião, um filtro útil contra desconhecidos.
4. Pratique bloquear, silenciar e denunciar antes de precisar
Para: crianças.
O que faz: você encontra as opções de bloquear, silenciar e denunciar, onde o app as tem, em cada app que usa, e testa cada uma uma vez, por exemplo na conta de um familiar, para achar rápido quando for importante. Bloquear costuma impedir que essa conta interaja diretamente com você.
Onde fica a desejar: só bloquear não remove o que já foi publicado, então denuncie também, e como um bloqueio trata uma conta nova depende do app.
Veredito: uma primeira resposta rápida que vale a pena praticar, mas não a única de que você precisa.
5. Poste como se todo mundo na escola pudesse ver
Para: crianças.
O que faz: você não compartilha senhas, fotos privadas nem fotos de outras pessoas, e não posta nada que não diria na cara de alguém. Tudo o que você posta pode chegar a pessoas para quem você não queria e pode ficar na internet por muito tempo.
Onde fica a desejar: uma criança cuidadosa também pode ser alvo. Esta dica limita o que os outros podem usar; ela não deixa ninguém seguro.
Veredito: na nossa opinião, boa para qualquer criança que posta ou conversa: tira material dos agressores.
6. Não fique em silêncio no grupo de conversa
Para: crianças.
O que faz: quando alguém em um grupo de conversa é alvo de ataques, você não encaminha nem curte a publicação; envia à pessoa uma mensagem privada gentil e avisa um adulto. O StopBullying.gov diz que quem presencia pode fazer uma diferença positiva quando apoia a pessoa que sofre bullying, e incentiva as crianças a contar a um adulto de confiança quando veem outras pessoas sofrendo bullying.
Onde fica a desejar: na nossa opinião, se posicionar em público pode voltar o grupo contra você. Avisar um adulto discretamente também é uma opção.
Veredito: na nossa opinião, vale ensinar: um grupo de conversa é uma plateia, e quem presencia pode escolher não fazer parte dela.
7. Combine os apps com a idade do seu filho
Para: pais.
O que faz: Instagram, TikTok, Snapchat e Discord definem 13 anos como idade mínima geral, e alguns lugares definem mais. Seguir essas regras de idade, ou começar com apps feitos para crianças, adia a entrada do seu filho em feeds abertos e em grandes grupos de conversa públicos. Confira a regra de idade de cada app antes de seu filho se cadastrar, não depois.
Onde fica a desejar: apps e jogos feitos para crianças também têm recursos de conversa. Esperar não é um plano sem as três primeiras dicas.
Veredito: na nossa opinião, boa para crianças com menos de 13 anos; a partir dos 13, as configurações de privacidade e as conversas regulares assumem.
8. Converse sobre o outro lado: nunca entrar na onda
Para: juntos.
O que faz: seu filho ouve que uma “brincadeira” em um grupo de conversa pode ser bullying, e por que é importante não entrar na onda. O StopBullying.gov lista sinais de alerta de que uma criança pode estar praticando bullying contra outras e dá orientações para pais cujo filho praticou bullying contra alguém; leia as duas coisas antes de precisar.
Onde fica a desejar: na nossa opinião, uma criança pode não enxergar a própria parte como bullying, e essa conversa é mais difícil que as outras.
Veredito: vale a pena, na nossa opinião, porque a prevenção inclui o comportamento do seu próprio filho.
9. Use o controle parental às claras, não no lugar da conversa
Para: pais.
O que faz: em um celular que você gerencia, as ferramentas de controle parental podem limitar o tempo de tela, os downloads e os contatos, e algumas podem monitorar o conteúdo. Seu filho sabe que a ferramenta existe e por quê.
Um app de controle parental como o Hoverwatch é uma dessas ferramentas, para um celular Android gerenciado por um responsável, com o conhecimento da criança.
Onde fica a desejar: uma ferramenta cobre o dispositivo em que funciona, então não alcança os dispositivos de outras crianças, e mensagens que desaparecem podem escapar dela. Usada de forma oculta, ela mina a confiança que a primeira dica constrói. Antes de escolher uma, leia sobre o que os apps de controle parental coletam e como avaliar a privacidade deles.
Veredito: na nossa opinião, uma possível camada extra ao lado das conversas, não um substituto delas.
10. Conheça a política da escola contra o bullying antes de precisar
Para: pais.
O que faz: você descobre quem cuida do bullying na escola do seu filho e como a política da escola trata o bullying online entre alunos, para ter um contato à mão. Os estados dos EUA têm suas próprias leis ou políticas contra o bullying, e elas variam.
Onde fica a desejar: se e até onde uma escola pode agir diante de bullying que acontece fora da escola depende da lei estadual e da política da escola ou do distrito.
Veredito: na nossa opinião, boa para qualquer família com filho em idade escolar: economiza tempo em um dia ruim.
Aqui estão as dez em uma só visão.
Prevenção do cyberbullying em resumo: panorama das 10 dicas
Cada linha traz a dica, para quem é, sua finalidade e seu principal limite.
| Dica | Para | Para que serve; seu limite |
|---|---|---|
| 1. Conversar antes que aconteça qualquer coisa | Pais | Um motivo para contar; alguns ainda não vão contar |
| 2. Regras da família para celulares e conversas | Juntos | Regras compartilhadas; os pais também as cumprem |
| 3. Configurações de privacidade, app por app | Juntos | Menos desconhecidos; não os colegas de classe |
| 4. Bloquear, silenciar e denunciar | Crianças | Costuma interromper o contato; as publicações ficam até serem denunciadas |
| 5. Postar como se todos pudessem ver | Crianças | Menos material para uso indevido; não é um escudo |
| 6. Não ficar em silêncio | Crianças | Apoio ao alvo; risco para quem presencia |
| 7. Apps adequados à idade | Pais | Regras de idade respeitadas; apps infantis têm conversas |
| 8. Nunca entrar na onda | Juntos | A parte do seu próprio filho; uma conversa difícil |
| 9. Controle parental, às claras | Pais | Uma camada extra; cobre um só dispositivo |
| 10. Conhecer a política da escola | Pais | Um contato à mão; as regras variam por estado |
Sinais de cyberbullying difíceis de perceber
Nenhuma dica impede todo agressor, então o próximo passo é saber como perceber.
As crianças podem não contar a um adulto quando acontece. Veja como reconhecer o bullying online pelo que você consegue ver em casa.
Sinais de bullying que podem aparecer no seu filho:
Sinais ao redor do celular:
- Usar o celular ou os jogos visivelmente menos, ou visivelmente mais.
- Esconder a tela ou o dispositivo quando há outras pessoas por perto.
- Contas que são encerradas ou novas que aparecem, ou uma perda repentina de amigos.
Os sinais de bullying online e na escola podem se sobrepor: o que começa em um grupo de conversa pode continuar na sala de aula, e vice-versa.
Quando você notar uma mudança, pergunte sobre ela em um momento tranquilo e diga o que viu, não o que suspeita. Depois escute antes de sugerir qualquer coisa; a primeira conversa não precisa resolver o problema.
Persona editorial: Raymond Santos é um perfil de especialista fictício aprovado pelo projeto, não uma pessoa real verificada de forma independente. Esta orientação foi escrita e checada pela equipe editorial; não é uma citação literal de entrevista.
Nenhum desses sinais de cyberbullying prova nada sozinho. Vários juntos, ao longo do tempo, são um motivo para perguntar, e se você não vê nenhum deles, isso também não prova que está tudo bem. Se notar um, anote o que viu e quando; um padrão ao longo de várias semanas fica então mais fácil de enxergar.
Se você descobrir tarde, isso não é uma falha sua.
Se seu filho fala em se machucar, ou você teme que ele possa fazer isso, ligue ou envie uma mensagem de texto para o 988, a Suicide & Crisis Lifeline dos EUA, agora; não espere pela próxima seção.
Quando vários sinais se somam, ou seu filho conta para você, é isto que fazer.
Se já está acontecendo: como lidar com o cyberbullying
Quando o cyberbullying já está acontecendo, a ordem dos primeiros passos importa: a criança não responde, guarda o que foi enviado e pede ajuda a um adulto, e o responsável leva o caso ao app e à escola.
O que fazer se seu filho sofre bullying online
Sentir raiva ou medo ao descobrir é uma reação normal.
- Escute primeiro. Agradeça ao seu filho por contar e mantenha a promessa da primeira dica: contar para você não custa o celular dele. As crianças podem ter medo de que contar a um adulto custe o dispositivo.
- Não responda nem retalie. Não responda ao agressor e peça ao seu filho que também não responda.
- Guardar não é tirar o celular. Na nossa opinião, guardar o que foi enviado, com seu filho e no dispositivo dele, mantém a promessa. Se você precisa mesmo ficar com o celular, porque seu filho pode se machucar ou o caso é de polícia, diga por quê; mesmo assim não é um castigo.
- Guarde as provas. Juntos, tirem prints das mensagens e publicações comuns, com datas e horários, antes que algo seja apagado. Se o material for uma imagem sexual de um menor, não encaminhe, não poste, não mostre a ninguém nem faça cópias extras; denuncie pelos canais indicados no passo 7.
- Bloqueie e denuncie. Bloqueie as contas e denuncie no app.
- Avise a escola quando colegas de classe estiverem envolvidos e entregue à equipe os prints comuns. Não poste os prints em lugar nenhum nem cite o outro menino ou menina em público. Uma imagem sexual de um menor não é um anexo para repassar; os canais do passo 7 são o lugar para isso.
- Saiba quando é caso de polícia. Procure a polícia diante de ameaças de violência, imagens ou mensagens sexuais envolvendo um menor, perseguição ou crimes de ódio; alguns estados tratam outras formas de cyberbullying como crime também. As leis variam por estado e país; estas são informações gerais, não aconselhamento jurídico. Para imagens sexuais de um menor, o National Center for Missing & Exploited Children mantém a CyberTipline e o serviço Take It Down.
- Se seu filho fala em se machucar, busque ajuda agora: ligue ou envie uma mensagem de texto para o 988, a Suicide & Crisis Lifeline dos EUA.
Nas próximas semanas, converse com regularidade com seu filho. Se ele continuar retraído, considere acompanhamento psicológico.
A próxima seção fala diretamente com o seu filho.
Para crianças: como enfrentar um agressor online sem piorar as coisas
O que fazer se você sofre cyberbullying: não responda, tire prints das mensagens maldosas, bloqueie a conta e conte a um adulto em quem você confia. Se você não tem certeza de que algo é bullying, mostre a um adulto mesmo assim.
Se alguém mandar para você uma imagem sexual de uma criança, não tire print, não encaminhe e não mostre aos amigos. Conte logo a um adulto em quem você confia.
Enfrentar um agressor online significa não dar a ele uma reação e envolver um adulto. Não significa xingar de volta.
Se você está pensando em como lidar com agressores que também estão na sua turma, conte a um professor ou a outro adulto da escola e mostre seus prints.
Descobrir como parar de sofrer bullying não é tarefa só sua. Tudo bem pedir ajuda a um adulto, e pedir de novo se a primeira pessoa não fizer nada.
Se está acontecendo com um amigo, mande uma mensagem privada, não compartilhe a publicação e avisem juntos um adulto.
Se você sente que pode se machucar, conte agora a um adulto e, nos EUA, ligue ou envie uma mensagem de texto para o 988.
Por onde começar esta semana
Não existe uma resposta única para como prevenir o cyberbullying. Escolha a linha que combina com a sua família:
- Seu filho tem menos de 13 anos e está ganhando o primeiro celular: comece pelas dicas 1, 2 e 7.
- Seu filho já está em grupos de conversa: dicas 3, 4 e 6, mais os sinais em “Sinais de cyberbullying difíceis de perceber”.
- Algo já aconteceu: vá primeiro a “O que fazer se seu filho sofre bullying online”, depois à dica 10.
Para riscos mais amplos, como desconhecidos e configurações de dispositivos, veja nosso guia sobre como manter seu filho seguro online de forma mais ampla.
Nossa opinião: comece hoje à noite pela dica 1; a maioria das outras dicas funciona melhor quando seu filho conversa com você.
Perguntas frequentes: o que os pais perguntam
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O StopBullying.gov diz que apps de monitoramento podem ser úteis, mas devem vir acompanhados de conversas abertas para manter a confiança mútua, e a American Academy of Pediatrics diz que o plano de mídia de uma família deve evoluir conforme a criança amadurece. Na nossa opinião, a linha é que seu filho saiba o que você verifica e por quê. Combine com antecedência quais apps vocês olham juntos e com que frequência, e vá reduzindo as verificações conforme seu filho mostrar que dá conta de mais. Se algo preocupar você, pergunte diretamente em vez de olhar em silêncio.
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As crianças podem ter vários motivos para não contar aos adultos: medo de perder o celular ou outros dispositivos, vergonha, medo de retaliação da criança que praticou o bullying e a sensação de que ninguém poderia entender. Qualquer um desses motivos pode manter uma criança calada. Agora, agradeça ao seu filho por contar, diga que o celular continua com ele, pergunte o que ajudaria e siga os passos para pais acima.
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Sim, compartilhar com a escola o que seu filho viu é um passo razoável. A escola age de acordo com a própria política contra o bullying, e o StopBullying.gov incentiva as crianças a contar a um adulto de confiança e a denunciar o bullying quando veem que acontece com outros. Converse primeiro com seu filho e depois entregue à escola apenas as mensagens que ele viu; não as poste nem cite os outros alunos em público. A escola decide como lidar com cada criança, então não prometa um desfecho; explique ao seu filho por que a denúncia dele ainda importa.
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O StopBullying.gov diz que os pais devem resistir ao impulso de contatar os outros pais envolvidos, porque isso pode piorar as coisas, e que a escola ou outros responsáveis podem atuar como mediadores entre os pais. Guarde as provas, com datas e horários, e leve-as à escola e ao app. Bloqueie e denuncie as contas que perseguem seu filho. Se colegas de classe estiverem envolvidos, a escola age de acordo com a própria política, e não conforme a opinião dos outros pais.
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O Instagram permite pedir uma revisão se você discordar da decisão sobre uma denúncia, e depois de duas revisões você talvez possa recorrer ao seu Oversight Board. Ele também tem uma denúncia separada para personificação. O StopBullying.gov diz que o cyberbullying muitas vezes viola os termos de serviço das plataformas e remete aos guias de denúncia do TikTok, Snapchat, Discord e outras plataformas. Guarde prints das publicações comuns. Uma imagem sexual de um menor é diferente: não encaminhe, não poste nem copie; denuncie pela CyberTipline ou pelo Take It Down. Avise a escola se colegas de classe puderem estar por trás. Procure a polícia diante de ameaças de violência, imagens ou mensagens sexuais envolvendo um menor, perseguição, crimes de ódio ou outra conduta que seu estado trate como crime.
Todas as informações deste artigo são fornecidas apenas para fins informativos.
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Nenhuma dica sozinha responde como impedir o cyberbullying, então use as dez como um conjunto; cada veredito é nossa avaliação, não um resultado medido.
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Diga em voz alta que contar para você não vai custar o celular ao seu filho, porque as crianças podem ter medo de perder os dispositivos se contarem a um adulto.
Configurações têm limites
As configurações de privacidade filtram desconhecidos, mas pouco ajudam contra colegas de classe já aceitos como amigos; os apps mudam as configurações, então confira-as de novo de vez em quando.
Teste uma vez
Teste bloquear, silenciar e denunciar uma vez, antes de precisar. Bloquear não remove o que já foi publicado, então denuncie também.
Em um grupo de conversa
Quando alguém em um grupo de conversa é alvo de ataques, não encaminhe nem curta a publicação; mande à pessoa uma mensagem privada gentil e avise um adulto.
Use às claras
O controle parental funciona melhor às claras: seu filho sabe que a ferramenta existe e por quê. Uma ferramenta cobre apenas o dispositivo em que funciona.
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Descubra quem cuida do bullying na escola do seu filho antes de precisar; se uma escola pode agir fora do ambiente escolar depende da lei do estado.
Lendo a tabela
Cada linha traz uma dica, para quem ela é e seu principal limite, para você comparar rapidamente as dez dicas sem reler nenhuma seção.
Nenhum sinal prova
Vários sinais juntos, ao longo do tempo, são um motivo para perguntar, e se você não vê nenhum deles, isso também não prova que está tudo bem.
Os primeiros passos
Quando já está acontecendo, a criança não responde, guarda as provas e pede ajuda a um adulto; o responsável vai ao app e à escola.
Escolha sua linha
Escolha a linha que combina com a sua família: uma criança com menos de 13 anos e o primeiro celular, uma que já está em grupos de conversa, ou algo já aconteceu.









